Já ouviu falar em web.xml? Saiba como ele pode ser utilizado

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O que você sabe sobre o web.xml? Esse arquivo se tornou uma peça-chave para a programação das páginas na Internet. Existem diversos sites que usam Java para as suas aplicações. Elas precisam de um arquivo descritor de implementação capaz de determinar como as URLs das servlets vão ser mapeadas e quais delas necessitam de uma autenticação, por exemplo.

O seu uso se torna necessário, já que isso garante páginas dinâmicas, entre outras funções essenciais para as aplicações em web da empresa. Por isso, ele é um arquivo necessário para qualquer tipo de aplicativo implantado no Tomcat.

Continue acompanhando e entenda de uma vez por todas como o web.xml pode ser usado em sua empresa!

O que é servlet?

Antes de explicar como é feita a implantação do web.xml, é necessário compreender o que é uma servlet. Essa é uma classe de linguagem de programação Java usada para estender os recursos de servidores hospedeiros de aplicações acessadas por meio de um modelo onde ocorre uma solicitação e uma resposta para as ações.

Ainda que as servlets possam responder a qualquer tipo de solicitação, elas são usadas como forma de estender as aplicações hospedadas nos servidores da web. Assim, para esses aplicativos, a tecnologia Java Servlet é quem vai definir as classes específicas do HTTP.

Qual é a sua função?

O web.xml é um arquivo descritor de implementação de aplicativos web em Java. Ele tem base em servlet, usada na maioria das aplicações em Java na Internet. Entre as suas principais funções, é o responsável por declarar as servlets existentes e quais endereços URL foram mapeados nelas.

De forma geral, ele vai instruir as servlets, informando quais classes elas vão carregar, quais parâmetros devem ser configurados e como devem ser interceptadas as solicitações dos navegadores. Assim, para permitir que o container da web rode os aplicativos, é possível utilizar o arquivo web.xml para direcionar a servlet responsável.

Como o web.xml pode ser usado?

Como citamos, o web.xml é um descritor de implantação. Ele é o responsável por indicar as classes, os recursos e a configuração das aplicações e como os servidores vão utilizá-los para veicular as solicitações da web.

Esse arquivo reside no WAR do aplicativo e é um XML de elemento raiz. O web.xml é quem vai definir o mapeamento dos endereços de URL e servlets. Por isso, para mapeá-los, é preciso declarar a servlet como um elemento <servlet> e, então, seguir com o processo de caminho URL para uma declaração de servlet.

A aplicação também pode usar o Google Accounts API para reforçar a sua segurança e identificar se o usuário fez o login corretamente e gerar URLs de entrada e saída. Além disso, um aplicativo pode especificar algumas restrições de acessos aos caminhos com base nas informações coletadas da conta Google do usuário, utilizando o descritor de implantação.

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